Férias no Peru – Dia 8 – 12 de maio de 2025 – Laguna Wilcacocha
Em nosso último dia na região de Ancash, Peru, fomos conhecer a Laguna Wilcacocha, na Cordilheira Negra, embora o plano fosse outro.
Depois da longa caminhada até a Laguna 69 (altitude de 4.604m) no dia anterior, imaginamos que estaríamos bem cansados para outra trilha qualquer. Então, planejamos fazer uma visita até o sítio arqueológico de Chavin de Huantar.
Porém, falhamos em não observar que o local não abre às segundas-feiras. E a agência também deixou esse fato passar batido.
No final do dia anterior, após o trekking na Laguna 69, a Edita, da agência Inkaland, nos mandou uma mensagem avisando sobre isso e sugerindo fazermos a trilha até a Laguna Wilcacocha (altitude de 3.725 m e 4h de trilha ida/volta).
Ainda estávamos bem cansados para aceitar mais uma trilha montanha acima, porém ela disse que era possível chegar de carro até a Laguna Wilcacocha. Então concordamos com a substituição do passeio.
Visto que não haveria caminhada e a Laguna Wilcacocha não está tão distante de Huaraz, a saída para o passeio ocorreu um pouco mais tarde, às 8:30h.

Próximo da saída, fizemos o checkout no hotel e solicitamos a guarda de nossas malas.


Chegamos ao local do início da trilha cerca de 30 minutos após deixarmos o hotel. O guia Mario questionou se seguiríamos de carro ou se toparíamos subir por trilha até a Laguna Wilcacocha. Não estávamos tão exaustos como imaginávamos, mas optamos por seguir de carro.
Então, seguimos por uma estradinha de terra batida, estreita em sua maior parte, fazendo zigue-zague até o topo da montanha.
Ali da Laguna Wilcacocha, na Cordilheira Negra, temos uma ampla visão dos picos da Cordilheira Branca.

A lagoa em si não é um deslumbre, mas…

…em conjunto com a Cordilheira Branca ao fundo e o céu azul, o visual é espetacular!



Também dá pra ver parte da estrada e dos arredores de Huaraz.

Fizemos diversas fotos na Laguna Wilcacocha, comemos o lanche providenciado pela agência e decidimos voltar para o hotel, cuja volta foi um pouco mais demorada porque uma escavadeira estava trabalhando em alguma obra, bloquaando totalmente a estrada.











A nossa viagem de volta para Lima estava marcada para 22:30h. Não contávamos que o passeio do último dia acabaria tão rápido. Então ficamos caminhando por Huaraz, passando por algumas praças e igrejas. Almoçamos num lugar chamado Don Pepe’s.
Pedimos uma porção de frango com fritas, acompanhada de uma bebida local sem álcool chamada Chicha Morada (feita com milho roxo, frutas, especiarias e limão).




O restante do tempo ficamos na recepção do hotel.
Um dos motivos de termos escolhido o hotel El Jacal Classic em Huaraz, além do preço e localização, era a possibilidade de tomar uma ducha mesmo após feito o checkout, por uma pequena taxa (5 soles). E foi o que fizemos.
Na sequência, antes de pegar um Uber até a rodoviária, fomos pela última vez ao restaurante Manka, onde jantamos pizza.


Regressamos para Lima novamente com a empresa Cruz del Sur. Na vinda, reservamos lugares no andar de cima do ônibus. Na volta, no andar de baixo, para ver a diferença (apesar de a viagem ser noturna). Porém uma funcionária solicitou se poderíamos trocar nossos assentos por conta de pessoas com problemas de mobilidade. Então fomos para o andar de cima.
A partida foi pontual, e pouco depois as luzes foram apagadas.
Muito diferente do que vimos em alguns vídeos de internet, não foi oferecido nenhum lanche ou manta durante a viagem. Nem água.
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