Roma: Castelo Sant’Angelo e Villa Borghese

Nosso último dia de viagem. 

Fazer uma breve parada em Roma ao final dessa viagem não foi somente para descansar e tomar um banho antes de voltar ao Brasil.

Bem, já seria um pecado entrar num avião em Roma sem dar uma passeada pela cidade, sem tomar um gelatto ou sem dizer um oi ao Coliseu.

Mas o nosso motivo maior foi visitar o Castelo Sant’Angelo. Em 2007, quando estivemos em Roma pela primeira vez, passeamos pela região do castelo em uma segunda-feira, dia em que suas atividades estão encerradas. O foco daquele dia foi o Vaticano, então não ficamos chateados por não poder visitá-lo.

Desta vez, era terça-feira! E tínhamos até mais ou menos as quatorze horas para explorar coisas novas. Pouco tempo quando se trata de Roma, mas já tínhamos nosso planejamento definido.

Acordamos cedo e fomos tomar o café da manhã num bar na rua lateral da Estação Termini, chamado Binario Zero. Cortesia do hotel. Pedimos um brioche e cappuccino cada.

Café da manhã no Binario Zero, em Roma: brioche.

Café da manhã no Binario Zero, em Roma: brioche.

Café da manhã no Binario Zero, em Roma: cappuccino.

Café da manhã no Binario Zero, em Roma: cappuccino.

Seguimos em direção ao castelo Sant’Angelo, passando pela Piazza della Repubblica, Piazza Barberini e Piazza di Spagna. Todos velhos conhecidos.

Roma, Piazza della Repubblica.

Roma, Piazza della Repubblica.

Roma, Piazza Barberini (Fontana del Tritone).

Roma, Piazza Barberini (Fontana del Tritone).

Roma, Piazza di Spagna.

Roma, Piazza di Spagna.

Pensávamos que, por ser primavera, haveria flores na escadaria da Piazza di Spagna, conforme vimos em uma foto tempos atrás, mas não tinha não.

Em qual época do ano essas escadarias ficam repletas de flores??

Em qual época do ano essas escadarias ficam repletas de flores??

Seguimos para o Castelo, passando pelo Palazzo di Giustizia, onde tiramos algumas fotos da fachada e do Rio Tibre.

Roma: Palácio da Justiça.

Roma: Palácio da Justiça.

Roma: Rio Tibre com a Igreja de São Pedro (Vaticano) ao fundo.

Roma: Rio Tibre com a Igreja de São Pedro (Vaticano) ao fundo.

Roma: Rio Tibre com o Castelo Sant'Angelo ao fundo.

Roma: Rio Tibre com o Castelo Sant’Angelo ao fundo.

Roma: Castelo de Sant'Angelo.

Roma: Castelo de Sant’Angelo.

No site oficial do Castelo informava que a entrada custava 10,50 euros por pessoa, mas estava 7 euros. Cartões de crédito não são aceitos. Não havia nenhum mapinha ou informativo sobre como visitar o museu. Seguimos o instinto.

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Fizemos as primeiras visitas contornando a muralha que protege o castelo, para depois entrarmos nele propriamente dito.

Parte das dependências do Castelo vistas da muralha que o protege.

Parte das dependências do Castelo vistas da muralha que o protege.

Exterior do Castelo visto da muralha.

Exterior do Castelo visto da muralha.

Não há nada assim de deslumbrante dentro do Castelo. Construído para ser o mausoléu do imperador Adriano, já foi instalação militar, prisão, fortaleza papal (dizem que há uma passagem subterrânea ligando o Vaticano ao Castelo). Hoje, óbvio dizer, é um museu.

Sala Corpo de Guardia.

Sala Corpo de Guardia.

Vestígios dos primórdios do castelo.

Vestígios dos primórdios do castelo.

Castelo de Sant'Angelo, em Roma.

Castelo de Sant’Angelo, em Roma.

Castelo de Sant'Angelo, em Roma.

Castelo de Sant’Angelo, em Roma.

Castelo de Sant'Angelo, em Roma.

Castelo de Sant’Angelo, em Roma.

Castelo de Sant'Angelo, em Roma.

Castelo de Sant’Angelo, em Roma.

Castelo de Sant'Angelo, em Roma.

Castelo de Sant’Angelo, em Roma.

Castelo de Sant'Angelo, em Roma.

Castelo de Sant’Angelo, em Roma.

Mas do terraço do castelo é possível tirar boas fotos da paisagem ao redor do mesmo.

Rio Tibre visto do terraço do Castelo Sant'Angelo.

Rio Tibre visto do terraço do Castelo Sant’Angelo.

Rio Tibre visto do terraço do Castelo Sant'Angelo.

Rio Tibre visto do terraço do Castelo Sant’Angelo.

Igreja de São Pedro, no Vaticano, vista do terraço do Castelo Sant'Angelo.

Igreja de São Pedro, no Vaticano, vista do terraço do Castelo Sant’Angelo.

Uma estátua de um anjo (Arcanjo Miguel) está instalada em um pátio interno, e outra no topo do castelo.

Arcanjo Miguel no pátio do castelo.

Arcanjo Miguel no pátio do castelo.

Arcanjo Miguel no topo do castelo.

Arcanjo Miguel no topo do castelo.

Também há um restaurante ali dentro, e os preços não são tão caros. Mas não comemos nada ali não. Ao sair do castelo, margeamos o Rio Tibre até a Ponte Margherita, seguindo depois até a Piazza del Popolo.

Que tal morar numa casa flutuante no Rio Tibre?

Que tal morar numa casa flutuante no Rio Tibre?

Ao contrário de 2007, quando estivemos nessa praça debaixo de chuva, hoje estava um sol de rachar mamona. Atravessamos a praça e subimos até as vias sombreadas da Villa Borghese.

Piazza del Popolo. Ao fundo, destaca-se a Igreja de São Pedro.

Piazza del Popolo. Ao fundo, destaca-se a Igreja de São Pedro.

Vila Borghese: um grande parque, com muitas árvores, fontes, locação de bicicleta e demais veículos de passeio, fontes, museus etc.

Mapa da Villa Borghese.

Mapa da Villa Borghese.

Fonte na Villa Borghese.

Fonte na Villa Borghese.

Relógio de água na Villa Borghese.

Relógio de água na Villa Borghese.

Carrinhos, bicicletas, triciclos, segways... tudo para alugar.

Carrinhos, bicicletas, triciclos, segways… tudo para alugar.

Villa Borghese.

Villa Borghese.

Fonte dos Cavalos Marinhos na Villa Borghese.

Fonte dos Cavalos Marinhos na Villa Borghese.

Villa Borghese.

Villa Borghese.

Villa Borghese.

Villa Borghese.

Uma das muitas entradas da Villa Borghese.

Uma das muitas entradas da Villa Borghese.

Ficamos ali um por um tempinho, descansando um pouco na sombra de uma árvore, caminhando e tirando algumas fotos.

Perto das treze horas, na volta para o hotel, caminhamos olhando todos os menus de restaurantes à procura de bons preços, mas parece que todos os menus que encontrávamos eram de locais turísticos.

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Por fim, encontramos um local que acreditamos não ser turístico, pois a garçonete não falava nada de inglês (apesar de o menu ter a versão em inglês). O nome do restaurante é Holiday, e fica na rua atrás da igreja Santa Maria Maggiore (Via Agostino Depretis).

Lembro que chamei a garçonete e fiz o pedido do meu prato e o de Dona Patroa, e aí a garçonete perguntou se era para trazer os dois pratos ao mesmo tempo. Hein? Depois caiu a ficha. Ela pensou que os dois pratos eram para mim. Até ela riu.

Restaurante Holiday, em Roma.

Restaurante Holiday, em Roma.

Risoto de.... de.... já nem lembro mais. Acho que era Risotto alle verdure.

Risoto de…. de…. já nem lembro mais. Acho que era Risotto alle verdure.

Risotto ai funghi porcini.

Risotto ai funghi porcini.

Como sobremesa, paramos em uma sorveteria ao lado da igreja para tomarmos um gelatto, e dali seguimos para o hotel buscar as nossas bagagens. Fizemos o check-out logo pela manhã, e nossas malas ficaram guardadas num quartinho na recepção.

A volta para casa

Pegamos o ônibus das 15h40min para o aeroporto Fiumicino, ao custo de quatro euros por pessoa. Tem outros ônibus por seis euros. A diferença? Deve ser porque tem wifi, não sei. Se fossemos com o Expresso Leonardo (trem) seria quatorze euros por pessoa, e de taxi na faixa dos quarenta e oito euros.

A passagem pode ser comprada direto com o motorista.

O Aeroporto de Roma estava passando por reformas/ampliação, então estava tudo meio confuso. Demoramos um pouco até encontrar o Terminal 3, identificado em nossas passagens. Nos balcões de atendimento da Swiss não havia ninguém. O local não parecia estar operacional. Depois de um tempo vimos o local correto em um dos painéis informativos (onde estávamos estava passando por reformas ainda).

Já estávamos na fila para despachar as bagagens quando vimos um funcionário do aeroporto e fomos perguntar se estávamos no lugar certo. Não estávamos. Ele nos orientou a seguir outra pessoa que estava com uma placa escrito Terminal 3 Portões B-C-D. Ai formou-se uma pequena confusão que logo depois virou uma fila, seguindo o rapaz por dentro do aeroporto até chegar em um local para despachar a bagagem e passar no Raio-X, e depois tivemos que caminhar mais um bocado para voltarmos ao portão D do Terminal 3.

Era uma área de embarque nova. Mas tudo ainda cheirava a construção, tipo cheiro de tinta ou produtos de limpeza pós-obra. Não tinha nenhuma loja por ali, apenas uma lanchonete.

Nosso voo para Zurique atrasou dez minutos (20h05min), quase nada. A bordo, foi servido um lanche.

Já na Suíça, o desembarque foi super tranquilo. O aeroporto não estava tão movimentado. Nossa preocupação era demorar no controle de passaportes, mas ali também foi bem rápido. Novamente pegamos o trem interno que faz a ligação entre os terminais e esperamos alguns minutos até embarcarmos em nosso voo ao Brasil.

No voo de vinda eu comentei que achei o avião da Swiss um pouco apertado. Já o voo de volta pareceu ser em uma aeronave maior, com mais espaço entre as poltronas.

Chegando em Guarulhos, desembarcamos no Terminal 4 (novo) e deveríamos seguir para o Terminal 2 para pegar o ônibus para Campinas. Existe um ônibus do aeroporto que faz a ligação entre os terminais, passando obviamente em todos eles.

Já não havia mais passagens para o ônibus das 8h, então compramos para o horário seguinte (9h). Chegamos em casa mais ou menos as 13h, repletos de histórias para contar, fotos para mostrar, e claro, já pensando nas próximas viagens.