Coliseu Romano: o reencontro

Partindo para Roma. 

Em nosso último dia em Sorrento não tivemos nenhuma atividade. Nem daria tempo. Tomamos o café da manhã servido pelo próprio hotel (pago à parte) para agilizar nossos preparativos de check-out.

Café da manhã no Hotel Linda, em Sorrento.

Café da manhã no Hotel Linda, em Sorrento.

O café não foi assim tão diferente daqueles que tomamos na cafeteria ao lado, apenas no preço (um pouco mais caro).

Na hora de partirmos, uma das senhoras que às vezes estava na recepção nos deu duas garrafinhas de água para a viagem. Estávamos mesmo na dúvida entre comprar ou não mais uma garrafa de água. Foi de grande valia, apesar de ser água gaseificada.

Pegamos o trem das 9:37h para Nápoles. Não estava tão cheio como o trem que pegamos para vir para Sorrento. Mas, assim como no dia em que fomos para Pompéia, havia sanfoneiros dentro dos vagões tentando ganhar uns trocados.

Trem da Circunvesuviana.

Trem da Circunvesuviana.

Na saída da Estação Garibaldi em Nápoles, fiscais da empresa Circunvesuviana estavam conferindo os bilhetes de todos que por ali passavam. Portanto, não descarte sua passagem até sair da estação de trens.

Nossa ideia era pegar o trem das 11:31h para Roma (era o mais barato quando do nosso planejamento), mas a tarifa mudou, então seguimos para Roma no trem das 12:39h. Perdemos um pouco de tempo, mas a economia foi em torno de 50 euros. Aproveitamos para comer um lanche ali na estação mesmo.

Lanche na estação de trens em Nápoles.

Lanche na estação de trens em Nápoles.

Os trens regionais, como já era sabido, são lentos, com diversas paradas. As três horas de viagem até Roma foram cansativas, ainda mais porque o sistema de ventilação do trem não estava funcionando, e as janelas são vedadas. Imagina o calor.

Já pertinho das quatro horas da tarde nós desembarcamos na Estação Termini, em Roma. O Hotel Milazzo (estrategicamente escolhido por ficar ao lado da Termini), está situado no primeiro andar de um prédio onde há vários outros hotéis, na Via Milazzo.

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O antigo elevador comporta apenas duas pessoas com malas, e é bem lento. Subimos ao primeiro andar e havia um papel afixado na porta dizendo que a pessoa estava no quarto andar. E lá fomos nós para o elevador, até o quarto andar, onde não havia ninguém. Voltamos ao primeiro andar e depois de poucos minutos a atendente chegou.

Para agilizar, liberaram nosso acesso ao quarto, e depois voltaríamos para fazer o check-in. Isso foi ótimo, pois assim tomamos banho, descansamos um pouquinho e em seguida fomos tratar das formalidades.

Hotel Milazzo, em Roma.

Hotel Milazzo, em Roma.

Hotel Milazzo, em Roma.

Hotel Milazzo, em Roma.

O hotel oferece café da manhã na diária, porém é servido em um barzinho próximo, chamado Binario Zero, mediante apresentação de voucher (um papel com o carimbo do hotel).

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Saímos para bater perna e matar a saudade de Roma. Estávamos com um mapinha da cidade ofertado pelo hotel, mais para não nos perdemos, pois estávamos ali, passeando sem destino ou preocupações sobre o que ver. Na realidade, em minha memória ainda constava alguns caminhos que percorremos em 2007, e com isso, acabamos indo parar em um velho conhecido: o Coliseu.

Desta vez não pagamos para vê-lo por dentro, mas só de estar ali, do lado de fora, já era emocionante. Tiramos mais um montão de fotos e seguimos pela Via de Foro Imperiali, passando ao lado do Foro Romano.

O Coliseu de Roma.

O Coliseu de Roma.

Arco de Constantino, em Roma, ao lado do Coliseu.

Arco de Constantino, em Roma, ao lado do Coliseu.

Não foi possível ver muita coisa pelo lado de fora, pois havia muitos tapumes devido a obras do metrô e também por conta de um monte de arquibancadas móveis que estavam sendo montadas por ali (me disseram ser para o desfile de comemoração do Dia da República).

Foro Romano.

Foro Romano.

Caminhamos até a Piazza Venezia, que estava em reformas em 2007. Tiramos algumas fotos ali e vimos um cartaz dizendo estar acontecendo uma Expo Rosas. Infelizmente em nosso mapa não constava o local do evento, então não nos preocupamos em seguir para lá.

Concurso de variedades de rosas em Roma.

Concurso de variedades de rosas em Roma.

Palácio Vittorio Emanuele, em Roma.

Palácio Vittorio Emanuele, em Roma.

Rosas da Piazza Venezia com o Palácio Vittorio Emanuele ao fundo.

Rosas da Piazza Venezia com o Palácio Vittorio Emanuele ao fundo.

Atravessamos a Piazza del Campidoglio até chegarmos ao Foro Romano, e depois caminhamos até o Circo Massimo.

Piazza del Campidoglio.

Piazza del Campidoglio.

Foro Romano.

Foro Romano.

Foro Romano.

Foro Romano.

Basílica de Santa Anastasia, em Roma.

Basílica de Santa Anastasia, em Roma.

Água potável disponível perto do Circo Massimo. Tampando a torneira, vira um esguicho para beber.

Água potável disponível perto do Circo Massimo. Tampando a torneira, vira um esguicho para beber.

Circo Massimo com o Palatino ao fundo.

Circo Massimo com o Palatino ao fundo.

E não é que encontramos o local onde estava tendo a exposição de rosas?! Mas já passava do horário e havia fechado. Mesmo assim, fotografamos algumas rosas que estavam próximas ao portão.

73º Premio Roma de variedade de rosas.

73º Premio Roma de variedade de rosas.

Ao fundo, o Palatino.

Ao fundo, o Palatino.

73º Premio Roma de variedade de rosas.

73º Premio Roma de variedade de rosas.

73º Premio Roma de variedade de rosas.

73º Premio Roma de variedade de rosas.

Pegamos o caminho de volta ao hotel, parando para jantar em um restaurante próximo da igreja de Santa Maria Maggiore, chamado Gran Caffè Maggiore. Não lembro o nome do prato que pedimos. Parece uma panqueca, mas acho que era um cannelloni.

Basílica Santa Maria Maggiore, em Roma.

Basílica Santa Maria Maggiore, em Roma.

Salada no Gran Caffè Maggiore.

Salada no Gran Caffè Maggiore.

Jantar no Gran Caffè Maggiore.

Jantar no Gran Caffè Maggiore.

Em breve, nossa postagem final de férias, com o último dia em Roma e o embarque ao Brasil. Até lá.