Férias no Peru – Dia 2 – 6 de maio de 2025
Em nosso segundo dia de férias no Peru fomos conhecer o Centro Histórico de Lima, considerado Patrimônio Mundial da UNESCO desde 1991.
Acordamos bem cedinho para tomar café da manhã no primeiro horário. As opções do buffet eram pães, frutas, sucos, café, chá, iogurte e cereal, frios, bolinho de atum e mandioca frita. Algumas opções poderiam ser solicitadas para serem preparadas na hora, como por exemplo, panquecas, tostadas francesas e sucos naturais.


Dona patroa pediu panqueca.

Conforme informamos na postagem de abertura da série, o sistema de transporte público de Lima deixa a desejar (dizem). Então pedimos um Uber para nosso deslocamento até o Centro Histórico.
E realmente o trânsito em Lima é bem caótico. A via expressa não é expressa; ficamos alguns minutos naquele anda e para, e o trajeto de 10km até o Centro Histórico demorou mais ou menos 40 minutos.
Começamos nossa andança pela principal praça da cidade, a Plaza Mayor (Praça Maior), também conhecida por Plaza de Armas (Praça de Armas).
Nela estão algumas das mais famosas atrações do Centro Histórico de Lima, como o Palácio do Governo, o Palácio Municipal e a Catedral de Lima.
A praça é repleta de áreas verdes, e no centro tem uma fonte.




Neste dia o trânsito de veículos estava impedido, então foi tranquilo caminhar e fotografar a praça e edifícios de vários ângulos enquanto aguardávamos o horário de visitação na Catedral, que se inicia às 9h.
Compramos nossos ingressos e recebemos o folder com as atrações da Basílica para a visita auto guiada.


Fundada em 1540, a Catedral foi sendo ampliada com o passar dos anos, para acomodar mais fieis em seu interior, e cada “anexo” possui características arquitetônicas diferentes, conforme a época de construção.


Logo na entrada encontra-se o sepulcro de Francisco Pizarro, colonizador fundador de Lima e que ordenou a construção da igreja.



Além da capela com seus restos mortais, a Basílica Catedral de Lima possui outras 13 capelas, além de algumas criptas no subsolo onde foram enterrados a maioria dos arcebispos da cidade, vice-reis e fiéis da era colonial.



















Dentro da Catedral também está o Museu de Arte Religiosa, contendo coleção de objetos litúrgicos, pinturas da escola cusquenha, vestes sacerdotais e manuscritos históricos.




E um pátio lateral, ainda dentro da Igreja, subindo a escada, chega-se em uma enorme biblioteca, com livros muito antigos (e empoeirados).



E por dentro da Basílica, é possível subir até onde se encontra o órgão da Igreja, importado da Bélgica. O que mais gostei dali foi a vista da Catedral por cima.



Saindo da Basílica Catedral de Lima, passamos em frente ao Palácio do Governo, fortemente protegido pela guarda local. A troca da guarda ocorre diariamente por volta de 11h45.
Fotografamos alguns edifícios ao redor da Praça Maior e adentramos a Galeria Municipal de Arte Pancho Fierro, na Pje. Sta. Rosa, onde estava havendo uma exposição gratuita El Perú Y Los Peruanos, da Universidade de Piura.









Ao lado de fora, percebemos várias estátuas de mulheres com o rosto coberto, ficando apenas um dos olhos à mostra.
Conhecidas por Tapadas Limenhas, Essas estátuas estão em vários pontos da cidade e representa a mulher de Lima na época do vice-reino do Peru e dos primeiros anos da República.


Ali pertinho também está o Convento Máximo de Nuestra Señora del Santísimo Rosario, também encontrado no Google Maps como Basílica e Convento de Santo Domingo e Basílica de La Vera Cruz.

A igreja é bem bonita por dentro, e as imagens dos Santos possuem roupas de tecido. Diferente. O acesso ao Convento São Francisco possui ingresso pago.




Na sequência, fomos até a Basílica Menor e Convento de São Francisco de Assis. O acesso ao Convento e catacumbas era pago.






Seguindo para o Parque Muralha, paramos para almoçar em um restaurante beeem popular na Jr. Tampa. Baratinho. Pedimos um Spaguetti al Pesto, mas não estava bom não.


Parque La Muralla é um parque urbano com calçadão, espaço para eventos, uma fazendinha e ruínas dos muros antigos da cidade, além de um pequeno museu com exposição de itens de época.





Depois caminhamos sem destino certo, passando por algumas igrejas e praças, até chegarmos à Praça José de San Martin.




Já estávamos cansados, então decidimos voltar ao hotel.
De noite, saímos para procurar um lugar para comer, e paramos no BK da Av. José Larco, fechando a noite com Dunkin Donuts pertinho do hotel.


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