De Santorini para Roma via ‘Lowcost’

Como foi voar com a Aegean e Ryanair da Grécia para a Itália. 

Terminamos nossa última postagem contando sobre o Aeroporto Internacional de Santorini.

Pois bem. Nosso voo de Santorini para Atenas foi pela empresa grega Aegean.

Embarcando no avião da Aegean.

Embarcando no avião da Aegean.

A aeronave da Aegean é confortavelmente espaçosa. Bom, pelo menos esta que utilizamos era. Bem mais do que o avião da Swiss que nos trouxe para a Europa.

Avião da Aegean: espaçoso.

Avião da Aegean: espaçoso.

Como era um voo curto, foram servidos apenas alguns snacks e umas balinhas personalizadas.

Balinhas personalizadas em voo da Aegean.

Balinhas personalizadas em voo da Aegean.

Snacks servidos no voo da Aegean.

Snacks servidos no voo da Aegean.

A decolagem ocorreu pontualmente às 14h30min e, depois de quarenta e cinco minutos, já estávamos pousando em Atenas.

Sobrevoando Santorini, Grécia.

Sobrevoando Santorini, Grécia.

Ilha de Thirasia, Grécia.

Ilha de Thirasia, Grécia.

Sobrevoando Atenas, Grécia.

Sobrevoando Atenas, Grécia.

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Chegando em Atenas novamente

O voo foi bem rápido, mas em contrapartida, a espera pelas nossas bagagens demorou um bocado. Acho que foi quase uma hora. Por sorte, nossa janela entre os voos era bem folgada, então não tínhamos pressa.

Reparei que era necessário pagar para utilizar os carrinhos para bagagens. Eu já tinha visto lugares onde você coloca uma moeda para liberar um carrinho e quando você o devolve a moeda volta para você. Mas este não. Era pagamento mesmo.

Já com nossas bagagens, saímos a caminhas pelo amplo aeroporto de Atenas para procurar um lugar para ficar até próximo das 19h, quando embarcaríamos em voo da Ryanair para a Itália.

Saguão do Aeroporto de Atenas (Elefthérios Venizélo).

Saguão do Aeroporto de Atenas (Elefthérios Venizélo).

Durante o tempo de espera, eu aproveitei para escrever um pouco para o blog, enquanto Dona patroa leu um livro. Bom mesmo foi ter à disposição, gratuitamente, conexão com a internet por sessenta minutos.

Uma hora de internet grátis no aeroporto de Atenas.

Uma hora de internet grátis no aeroporto de Atenas.

Logo que o despacho de bagagens foi liberado nós entregamos nossas malas e ficamos mais à vontade para andar pelo aeroporto. Subimos no primeiro piso onde tem algumas lanchonetes e tomamos um cappuccino no McDonalds.

Cappuccino no McDonalds do aeroporto de Atenas.

Cappuccino no McDonalds do aeroporto de Atenas.

Aeroporto de Atenas.

Aeroporto de Atenas.

Dá-lhe Porco!

Na hora de passar pela máquina de raios-x, aquela rotina de sempre de tirar cinto, relógio, deixar passagens e passaporte à vista etc. O rapaz do aeroporto viu o passaporte brasileiro e começou a conversar comigo. Perguntou de onde eu era, quis saber a distância entre Curitiba e São Paulo etc.

Depois ele perguntou seu eu era palmeirense. Fiquei amigo do cara na hora. Hahaha, ele acertou! Aí, apontando para outra funcionária, ele disse que ela torcia pelo Panathinaikos (que também é verde e branco). Gostei desse povo!

Verdão, conhecido até na Grécia.

Verdão, conhecido até na Grécia.

Hora de voar para a Itália

O voo da Ryanair, como já era sabido, não oferece nada para comer ou beber de graça. É tudo pago. E não é muito barato. Para quem quisesse, ali na sala de embarque havia uma lojinha que vendia snacks e bebidas para levar à bordo. Creio que os preços também não eram dos melhores.

Última (e única) chance de comprar algo para levar ao avião.

Última (e única) chance de comprar algo para levar ao avião.

O embarque atrasou um pouco, mas o pouso foi no horário previsto. Durante o voo, curto também, mais ou menos uma hora, a gente quase não consegue descansar, pois a todo o momento os comissários passam vendendo alguma coisa. É um verdadeiro Free Shop no céu.

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Ah, Itália!

Caramba, como eu gosto deste país! Me sinto em casa aqui.

Pouco mais de 21h já estávamos no aeroporto G. B. Pastine, em Ciampino, Itália. Ciampino está há 15 km de Roma. Desta vez a entrega das bagagens foi quase que imediata.

Aeroporto Giovan Battista Pastine, ou simplesmente Roma-Ciampino.

Aeroporto Giovan Battista Pastine, ou simplesmente Roma-Ciampino.

No dia seguinte partiríamos para Sorrento. E o trem para Sorrento parte da Estação Termini, em Roma. Pelo horário em que chegamos à Itália, não valia a pena seguir para Roma durante a noite para dormir lá. Então fizemos nosso pernoite em Ciampino mesmo, em um hotel bem pertinho do aeroporto e da estação de trens.

Tinha muitos brasileiros por ali, e não eram turistas não, pois pelas conversas percebia-se que moravam na Itália. Perguntei para um deles aonde pegar o ônibus que passava na estação de trens, e ele indicou o ponto de ônibus número 2.

O ponto fica bem perto da entrada/saída do saguão do aeroporto.

Ponto do ônibus que leva do aeroporto de Ciampino à estação de trens.

Ponto do ônibus que leva do aeroporto de Ciampino à estação de trens.

Horário do ônibus - Aeroporto de Ciampino - Estação de Trens.

Horário do ônibus – Aeroporto de Ciampino – Estação de Trens.

A tarifa do ônibus custa 1,20 euros por pessoa, e mais 1,20 euros por mala. Sim, se sua mala for grande ela também paga passagem. A compra da passagem é feita diretamente com o motorista.

Pegamos o ônibus das 21h40min (um pouco atrasado) e por volta de 22h10min estávamos fazendo o check-in no hotel Central Station Inn.

O hotel, localizado na rua bem em frente da estação de trens, é bem simples, suficiente para uma noite. No quarto, apenas o banheiro privativo, um guarda-roupas e uma mesinha. O café da manhã é servido em uma lanchonete próxima, mediante a apresentação de um papelzinho que a recepcionista do hotel nos deu.

Hotel Central Station Inn, em Ciampino, Itália.

Hotel Central Station Inn, em Ciampino, Itália.

Hotel Central Station Inn, em Ciampino, Itália.

Hotel Central Station Inn, em Ciampino, Itália.

Hotel Central Station Inn, em Ciampino, Itália.

Hotel Central Station Inn, em Ciampino, Itália.

Hotel Central Station Inn, em Ciampino, Itália.

Hotel Central Station Inn, em Ciampino, Itália.

Deixamos as coisas no quarto e saímos para comer alguma coisa. Alguns metros do hotel havia uma pizzaria, chamada Re Artù.

Estava bem vazia. Apenas um rapaz em uma das mesas. Pedimos uma pizza de rúcula e um refrigerante. Vale lembrar que na Europa as pizzas são individuais, mas pelo horário, uma só era suficiente para nós dois. Só podia ter um pouco mais de recheio… rsrsrs.

Pizza de rúcula.

Pizza de rúcula.

O gerente, o garçom e às vezes até o pizzaiolo estavam bem interessados em um jogo de futebol que estava passando na pequenina TV presa no alto da parede. Era Real Madrid x Juventus, e eles vibraram muito com o gol da Juventus.

Gerente da pizzaria vendo o jogo na TV.

Gerente da pizzaria vendo o jogo na TV.

Gerente e garçom acompanhando Real Madrid x Juventus.

Gerente e garçom acompanhando Real Madrid x Juventus.

Mesmo já tendo terminado a pizza e o refrigerante, ficamos lá até o final do jogo, que acabou empatado, e depois fomos para o hotel tomar um banho e descansar para a longa nossa jornada até Sorrento no dia seguinte.